Em alguns países da Europa, como Bélgica ou França, o suicídio no locar de trabalho infelizmente já é uma pratica corrente, e não podemos pensar que não existe qualquer sentido ou significado com essa acção limite (por termo à própria vida no local de trabalho).
O sufoco da crise em que Portugal está mergulhado, está a matar a classe média. Acredito que Portugal não está a ser excepção nesta matéria tão sensível, a diferença é que os suicídios não estão a acontecer no locar de trabalho, no entanto, penso que será uma questão de tempo para tal desgraça se comece a verificar.
Noutros países esta questão (BURNOUT) já está a ser tratada de forma adequada por equipas médicas, para ajudar a inverter os números crescentes do “Síndrome de Burnout”.
Portugal, do meu ponto de vista, está a juntar uma série de ingredientes poderosos que podem fazer despoletar este efeito limite de “Síndrome de Burnout”:
• A crise, que está a provocar a impossibilidade de criar poupança por parte das famílias;
• As empresas adquirirem cada vez mais serviços em sistemas de outsourcing, podendo promover a falta de dedicação e identificação com determinado projecto;
• Os parâmetros e objectivos de qualidade em algumas organizações estão a assumir proporções extraordinárias, podendo tornar-se perfeitamente inatingível;
• E o crescente trabalho precário são apenas alguns factores que contribuem para a desmotivação, medo e preocupação, assim, o caminho será a destruição da relação criada no trabalho, o espírito de entreajuda e a consideração pelos outros.
Estou a descrever um cenário altamente depressivo, mas julgo que é precisamente o que está já a acontecer em Portugal, contudo, não lhe é dada a devida atenção.
A classe media está a ver-se esmagada e a pouca qualidade de vida que tinha ou tinha prospectivas de ter, está a esvair-se.
O mais assustador, é que em algumas famílias, essas prospectivas estão a esvair-se em sangue!
Nota:
Se algum jornalista investigar, de certo irá encontrar.
Tenho medo de saber quantos é que não aguentaram.
Cardador
Bem haja
hcardador.cds@gmail.com
HENRIQUE CARDADOR
domingo, 1 de maio de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
“Os funcionários públicos são todos uma MERDA!”
Ontem ouvi esta linda frase, a única coisa que me apraz escrever é precisamente o que disse ao indivíduo que se expressou desta forma ignorante e deplorável.
“Os funcionários públicos são todos uma MERDA!” então não participe mais para o ordenado dessa gente, não dê mais dinheiro a essa gente ignóbil.
Quando estiver doente vá a um hospital privado, pagar uma consulta à grande, e se tiver cancro continue no hospital privado para pagar todos os tratamentos a valores reais e deixe de recorrer aos MÉDICOS nos hospitais públicos, porque eles na sua opinião são todos uma MERDA.
Se por um mero acaso tiver algum azar, por exemplo se for assaltado ou um filho seu for raptado, não recorra á PSP nem à GNR e tanto menos á policia judiciaria, porque essa gente para alem de arriscar a vida para manter segura a sociedade por pouco mais de €700, são mesmo é um MERDA.
Quando precisar que seja feita justiça, compre um taco ou um tubo galvanizado, porque do seu ponto de vista, os profissionais de justiça têm cadeiras em pele e passam o dia sem fazer o que quer que seja, os TRIBUNAIS para alem de serem estruturas velhas com sistemas informáticos obsoletos, não servem para nada.
Naturalmente não terei de falar da importância na sociedade dos profissionais nas áreas do:
ENSINO (Professores)
TRANPORTES (Carris, Metro, CP)
BOMBEIROS
SERVIÇOS CAMARÁRIOS
CTT
Etc....
Lembro que o tempo da senhora de pantufas que afaga o netinho com um cobertor no colo, ao mesmo tempo que atende as pessoas nas finanças, JÁ NÃO EXISTE!
Cardador
Bem haja
hcardador.cds@gmail.com
“Os funcionários públicos são todos uma MERDA!” então não participe mais para o ordenado dessa gente, não dê mais dinheiro a essa gente ignóbil.
Quando estiver doente vá a um hospital privado, pagar uma consulta à grande, e se tiver cancro continue no hospital privado para pagar todos os tratamentos a valores reais e deixe de recorrer aos MÉDICOS nos hospitais públicos, porque eles na sua opinião são todos uma MERDA.
Se por um mero acaso tiver algum azar, por exemplo se for assaltado ou um filho seu for raptado, não recorra á PSP nem à GNR e tanto menos á policia judiciaria, porque essa gente para alem de arriscar a vida para manter segura a sociedade por pouco mais de €700, são mesmo é um MERDA.
Quando precisar que seja feita justiça, compre um taco ou um tubo galvanizado, porque do seu ponto de vista, os profissionais de justiça têm cadeiras em pele e passam o dia sem fazer o que quer que seja, os TRIBUNAIS para alem de serem estruturas velhas com sistemas informáticos obsoletos, não servem para nada.
Naturalmente não terei de falar da importância na sociedade dos profissionais nas áreas do:
ENSINO (Professores)
TRANPORTES (Carris, Metro, CP)
BOMBEIROS
SERVIÇOS CAMARÁRIOS
CTT
Etc....
Lembro que o tempo da senhora de pantufas que afaga o netinho com um cobertor no colo, ao mesmo tempo que atende as pessoas nas finanças, JÁ NÃO EXISTE!
Cardador
Bem haja
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sábado, 12 de março de 2011
Paz Social ou NÃO!
Sai ano entra ano, sai governo entra governo e a verdade é que o governo não tem ajudado o povo Português.
Só o povo é que pode apresentar a solução para a crise que estamos a atravessar.
A ineficiência dos governantes é evidente, no entanto existe uma algo que foram e são muito eficientes; na criação de Fundações e Institutos Públicos que para além de muitas coisas também geram despesa.
O que deveria motivar os governos, ao contrário daquilo que possa parecer, não deveria ser a reeleição, mas sim o combate positivo pela colectividade em todas as áreas de actividade económica e social.
Só ESTE povo é que pode ser chamado para uma obra de salvação nacional, e no fim de contas ser ESTE povo a salvar o que é nacional.
Porque o que não é povo está a salvar o que é dele.
Só o povo é que pode alimentar a Paz Social ou NÃO!
Cardador
Bem haja
Hcardador.cds@gmail.com
Só o povo é que pode apresentar a solução para a crise que estamos a atravessar.
A ineficiência dos governantes é evidente, no entanto existe uma algo que foram e são muito eficientes; na criação de Fundações e Institutos Públicos que para além de muitas coisas também geram despesa.
O que deveria motivar os governos, ao contrário daquilo que possa parecer, não deveria ser a reeleição, mas sim o combate positivo pela colectividade em todas as áreas de actividade económica e social.
Só ESTE povo é que pode ser chamado para uma obra de salvação nacional, e no fim de contas ser ESTE povo a salvar o que é nacional.
Porque o que não é povo está a salvar o que é dele.
Só o povo é que pode alimentar a Paz Social ou NÃO!
Cardador
Bem haja
Hcardador.cds@gmail.com
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Medicamentos órfãos Vs Medicamentos avançados
Existe neste momento uma guerra de nomes, expressões e designações.
A necessidade, desenvolvimento e aplicabilidade.
O que é e o que não é.
Em defesa ou não de medicamentos órfãos.
Primeiro que tudo será necessário saber, de forma simplificada, o que é um medicamento órfão.
Este tipo de medicamento é designado desta forma, porque na prática não existe nenhuma empresa farmacêutica disposta a investir no seu desenvolvimento, pois o possível retorno na venda do mesmo, não será compensatório do ponto de vista da viabilização do negócio.
Pena é que a saúde seja vista muitas vezes desta forma.
Esta realidade não pode ser confundida com as dezenas de casos de doentes que não conseguem ter acesso aos mais variadíssimos tratamentos avançados, em casos de doenças tão raras com a Doença de Wilson (doença degenerativa rara) ou Hemoglobinúria paróxitica nocturna (HNC anemia rara).
Ao que parece existem hospitais que causam algum tipo de constrangimento no acesso aos medicamentos necessários, este infeliz constrangimento existe porque ao que consta o infarmed demora algum tempo a definir a taxa de comparticipação destes medicamentos, desta forma são os hospitais a suportar toda a despesa.
Chega até a passar-se a situação mais caricata em hospitais (públicos), segundo a apresentação do IRS do paciente, assim se determina o pagamento ou não de um medicamento que é caríssimo.
Estas situações estão a provocar atrasos no início dos tratamentos.
Se fossem abertas portas aos medicamentos avançados, verificar-se-ai um aumento exponencial da qualidade de vida dos pacientes que, pela sua situação medico-clinica em que se encontram, já estão fragilizados.
Cardador
Bem haja
hcardador@gmail.com
A necessidade, desenvolvimento e aplicabilidade.
O que é e o que não é.
Em defesa ou não de medicamentos órfãos.
Primeiro que tudo será necessário saber, de forma simplificada, o que é um medicamento órfão.
Este tipo de medicamento é designado desta forma, porque na prática não existe nenhuma empresa farmacêutica disposta a investir no seu desenvolvimento, pois o possível retorno na venda do mesmo, não será compensatório do ponto de vista da viabilização do negócio.
Pena é que a saúde seja vista muitas vezes desta forma.
Esta realidade não pode ser confundida com as dezenas de casos de doentes que não conseguem ter acesso aos mais variadíssimos tratamentos avançados, em casos de doenças tão raras com a Doença de Wilson (doença degenerativa rara) ou Hemoglobinúria paróxitica nocturna (HNC anemia rara).
Ao que parece existem hospitais que causam algum tipo de constrangimento no acesso aos medicamentos necessários, este infeliz constrangimento existe porque ao que consta o infarmed demora algum tempo a definir a taxa de comparticipação destes medicamentos, desta forma são os hospitais a suportar toda a despesa.
Chega até a passar-se a situação mais caricata em hospitais (públicos), segundo a apresentação do IRS do paciente, assim se determina o pagamento ou não de um medicamento que é caríssimo.
Estas situações estão a provocar atrasos no início dos tratamentos.
Se fossem abertas portas aos medicamentos avançados, verificar-se-ai um aumento exponencial da qualidade de vida dos pacientes que, pela sua situação medico-clinica em que se encontram, já estão fragilizados.
Cardador
Bem haja
hcardador@gmail.com
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Tem de ser muito bom...
Com o início de mais um ano (2011), renovam-se esperanças num Pais mais próspero, mais desenvolvido, mais activo e menos desempregado.
Este mês de Janeiro foi muito positivo para a pátria e para a democracia Portuguesa, uma vez que uma forma muito particular de se estar na política, perdeu nas urnas, mostrando assim que não é levantando suspeitas infundadas que se ganha o respeito dos Portugueses. Como não poderia deixar de ser a verdade e a frontalidade, sem rodeios ou maniqueísmos, deu os seus frutos, temos o Professor Cavaco Silva reeleito à primeira volta e continua a representar todos os portugueses, como ele mesmo disse.
Foi notável a capacidade de envolvimento do cidadão comum na campanha;
Foi notável o resultado conseguido nas urnas, liberto de dúvidas ou segundas leituras, sem gastar €1 num único cartaz;
Foi notável a dedicação e liderança de Professor Cavaco Silva em toda a campanha (contra todos os adversários políticos)
Surge-me um único pensamento, “tem de ser muito bom para que tal aconteça”.
Muitos Parabéns Senhor Presidente da Republica.
Cardador
Bem haja
hcardador@gmail.com
Este mês de Janeiro foi muito positivo para a pátria e para a democracia Portuguesa, uma vez que uma forma muito particular de se estar na política, perdeu nas urnas, mostrando assim que não é levantando suspeitas infundadas que se ganha o respeito dos Portugueses. Como não poderia deixar de ser a verdade e a frontalidade, sem rodeios ou maniqueísmos, deu os seus frutos, temos o Professor Cavaco Silva reeleito à primeira volta e continua a representar todos os portugueses, como ele mesmo disse.
Foi notável a capacidade de envolvimento do cidadão comum na campanha;
Foi notável o resultado conseguido nas urnas, liberto de dúvidas ou segundas leituras, sem gastar €1 num único cartaz;
Foi notável a dedicação e liderança de Professor Cavaco Silva em toda a campanha (contra todos os adversários políticos)
Surge-me um único pensamento, “tem de ser muito bom para que tal aconteça”.
Muitos Parabéns Senhor Presidente da Republica.
Cardador
Bem haja
hcardador@gmail.com
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
FMI
A crise que vivemos hoje, é efectivamente uma crise de confiança, contudo ao contrário do que se possa pensar, não é de desconfiança no Pais, no mercado português ou até nos acordos de governação, na verdade acredito ser uma crise de confiança em alguns políticos portugueses.
O Governo pode fazer os acordos mais extraordinários, mas a questão não está nos acordos mas sim em algumas pessoas que os suportam, algumas pessoas que os apoiam, algumas pessoas que estão contra e 24 horas depois estão a favor. E depois como se isso não basta-se, assistimos a verdadeiros ("rodeos"), com toda a gente aos gritos em plena Assembleia da República, (uma completa falta de respeito).
É por isso que por muitos planos de austeridade que tenhamos, os especuladores, que sempre existiram, relacionam os planos de austeridade com os discursos políticos e sentem que existe uma oportunidade de ouro para estraçalhadar Portugal no mercado porque, como diz o povo, “não bate a bota com a perdigota”.
O panorama actual só pode ser solucionado, se deixarmos de tratar mal os Homens de valor que aparecem na política nacional, deixando essa maldade para aqueles que faltam à verdade com toda a naturalidade.
O político tem de compreender a Sociedade, a Realidade Social que vivemos hoje e o que se nos apresenta Amanhã, portanto, deve procurar falar de forma simples, clara e com a Honestidade que o cargo que ocupa se propõe.
Existe muito boa gente a defender a intervenção do FMI, não porque venham fazer mais ou melhor, mas antes porque este plano de austeridade coloca a responsabilidade de pagar a crise, em cima dos mesmos de sempre.
Existe muito boa gente que defende a intervenção do FMI, porque é levado a pensar que essa mesma intervenção é feita de cima para baixo, sem olhar a nomes, sobrenomes, parentescos ou militâncias.
Existe muito boa gente que defende a intervenção do FMI, porque a desculpa da crise financeira a nível mundial tem as costas largas e pode estar a escudar a incompetência.
O povo tem de meter na cabeça que os governantes são nossos empregados, portanto, ou são competentes e profissionais ou a porta da RUA é serventia da casa.
O estado não é nem pode ser um MEGA CENTRO DE EMPREGO para pessoas supostamente extraordinárias sem experiência alguma no real mercado de trabalho.
Cardador
Bem haja
hcardador.cds@gmail.com
O Governo pode fazer os acordos mais extraordinários, mas a questão não está nos acordos mas sim em algumas pessoas que os suportam, algumas pessoas que os apoiam, algumas pessoas que estão contra e 24 horas depois estão a favor. E depois como se isso não basta-se, assistimos a verdadeiros ("rodeos"), com toda a gente aos gritos em plena Assembleia da República, (uma completa falta de respeito).
É por isso que por muitos planos de austeridade que tenhamos, os especuladores, que sempre existiram, relacionam os planos de austeridade com os discursos políticos e sentem que existe uma oportunidade de ouro para estraçalhadar Portugal no mercado porque, como diz o povo, “não bate a bota com a perdigota”.
O panorama actual só pode ser solucionado, se deixarmos de tratar mal os Homens de valor que aparecem na política nacional, deixando essa maldade para aqueles que faltam à verdade com toda a naturalidade.
O político tem de compreender a Sociedade, a Realidade Social que vivemos hoje e o que se nos apresenta Amanhã, portanto, deve procurar falar de forma simples, clara e com a Honestidade que o cargo que ocupa se propõe.
Existe muito boa gente a defender a intervenção do FMI, não porque venham fazer mais ou melhor, mas antes porque este plano de austeridade coloca a responsabilidade de pagar a crise, em cima dos mesmos de sempre.
Existe muito boa gente que defende a intervenção do FMI, porque é levado a pensar que essa mesma intervenção é feita de cima para baixo, sem olhar a nomes, sobrenomes, parentescos ou militâncias.
Existe muito boa gente que defende a intervenção do FMI, porque a desculpa da crise financeira a nível mundial tem as costas largas e pode estar a escudar a incompetência.
O povo tem de meter na cabeça que os governantes são nossos empregados, portanto, ou são competentes e profissionais ou a porta da RUA é serventia da casa.
O estado não é nem pode ser um MEGA CENTRO DE EMPREGO para pessoas supostamente extraordinárias sem experiência alguma no real mercado de trabalho.
Cardador
Bem haja
hcardador.cds@gmail.com
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Portugal
Fez este mês quatro anos que o nosso Presidente da República, Professor Cavaco Silva, visitou o Rei de Espanha D. Juan Carlos I, e este recebeu de presente um GPS “NDrive” com software totalmente Português.
Volvidos quatro anos, comparando com Espanha e dentro dos países da zona Euro, Portugal tem:
O 3º maior aumento do desemprego,
O maior deficit externo,
O maior deficit das contas publicas
A pior produtividade do investimento (relação entre valor investido e proveito),
O maior rácio de crescimento da divida publica,
A economia com um dos piores crescimentos.
Como dizia uma docente minha amiga, “Vendo de frente”, estão aqui representadas seis boas razões para que os juros pedidos à divida portuguesa estejam acima dos 6%.
Para Sócrates estava tudo bem, porque a nossa vizinha Espanha tinha tudo mais do que nós, esqueceu-se foi de verificar que também é maior do que nós, mais dinâmica do que nós, mais rica do que nós, com uma diplomacia muito mais participativa/representativa do que nós, e sobretudo; quando a crise lhe bateu á porta, a Espanha não estava em crise, portanto, uma vez resolvida esta questão a Espanha passa a estar na estaca ZERO, e quanto a Portugal, ao resolvermos esta crise, não estamos a resolver a que já existia, pois essa dura à mais de oito Anos.
A Espanha soube orientar-se com o GPS português, só espero que o nosso Presidente possa dar um GPS aos partidos que vai receber, para que consigamos sair deste impasse político da forma mais elegante possível.
Nota final, OCDE descobre pólvora:
A crise resolve-se aumentando o impostos e reduzindo os salários.
Cardador
Bem haja
hcardador.cds@gmail.com
Volvidos quatro anos, comparando com Espanha e dentro dos países da zona Euro, Portugal tem:
O 3º maior aumento do desemprego,
O maior deficit externo,
O maior deficit das contas publicas
A pior produtividade do investimento (relação entre valor investido e proveito),
O maior rácio de crescimento da divida publica,
A economia com um dos piores crescimentos.
Como dizia uma docente minha amiga, “Vendo de frente”, estão aqui representadas seis boas razões para que os juros pedidos à divida portuguesa estejam acima dos 6%.
Para Sócrates estava tudo bem, porque a nossa vizinha Espanha tinha tudo mais do que nós, esqueceu-se foi de verificar que também é maior do que nós, mais dinâmica do que nós, mais rica do que nós, com uma diplomacia muito mais participativa/representativa do que nós, e sobretudo; quando a crise lhe bateu á porta, a Espanha não estava em crise, portanto, uma vez resolvida esta questão a Espanha passa a estar na estaca ZERO, e quanto a Portugal, ao resolvermos esta crise, não estamos a resolver a que já existia, pois essa dura à mais de oito Anos.
A Espanha soube orientar-se com o GPS português, só espero que o nosso Presidente possa dar um GPS aos partidos que vai receber, para que consigamos sair deste impasse político da forma mais elegante possível.
Nota final, OCDE descobre pólvora:
A crise resolve-se aumentando o impostos e reduzindo os salários.
Cardador
Bem haja
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