Existe neste momento uma guerra de nomes, expressões e designações.
A necessidade, desenvolvimento e aplicabilidade.
O que é e o que não é.
Em defesa ou não de medicamentos órfãos.
Primeiro que tudo será necessário saber, de forma simplificada, o que é um medicamento órfão.
Este tipo de medicamento é designado desta forma, porque na prática não existe nenhuma empresa farmacêutica disposta a investir no seu desenvolvimento, pois o possível retorno na venda do mesmo, não será compensatório do ponto de vista da viabilização do negócio.
Pena é que a saúde seja vista muitas vezes desta forma.
Esta realidade não pode ser confundida com as dezenas de casos de doentes que não conseguem ter acesso aos mais variadíssimos tratamentos avançados, em casos de doenças tão raras com a Doença de Wilson (doença degenerativa rara) ou Hemoglobinúria paróxitica nocturna (HNC anemia rara).
Ao que parece existem hospitais que causam algum tipo de constrangimento no acesso aos medicamentos necessários, este infeliz constrangimento existe porque ao que consta o infarmed demora algum tempo a definir a taxa de comparticipação destes medicamentos, desta forma são os hospitais a suportar toda a despesa.
Chega até a passar-se a situação mais caricata em hospitais (públicos), segundo a apresentação do IRS do paciente, assim se determina o pagamento ou não de um medicamento que é caríssimo.
Estas situações estão a provocar atrasos no início dos tratamentos.
Se fossem abertas portas aos medicamentos avançados, verificar-se-ai um aumento exponencial da qualidade de vida dos pacientes que, pela sua situação medico-clinica em que se encontram, já estão fragilizados.
Cardador
Bem haja
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